Believe
Diga que jamais me abandonará, que não é tolice acreditar no amor e que não passa de mentira isso que o amor morreu. Seremos eternos até o fim do mundo, só eu e você, basta apenas acreditar meu amor.
28/08/14 · Reblog · 1446 Notes · (Via /source)
Lembra? Eu disse que amor não era questão de azar ou sorte, mas de habilidade, coisa que nunca fui muito expert. Você bem disse que amor que nunca acontece não vira pó, vira poesia. Então cá estou, lembrando você transbordando do mundo e pensando que você seria mesmo o homem perfeito sem aquele chinelo horroroso, mais a calça e a barba. Também, se não for, vou continuar sendo assim, chegada em romances curtos e instantâneos que me atrasam para sempre.
- Gabito Nunes.    (via argumentador)
28/08/14 · Reblog · 82 Notes · (Via /source)
Implorei, assim que ela saiu pela porta da frente, eu dirigi minha moto até a casa dela, cai de joelhos em frente a porta da frente e implorei para que ela voltasse para mim, para os meus braços, que deixasse eu dar um beijo de boa noite nela todo santo dia. Derramei as súplicas perante ela, igual um padre fala um sermão, longo e com fé. Ela não fez nada, nem sorriu ou chorou, apenas suspirou, um longo e doloroso suspiro. Disse que eu estava bêbado, para eu voltar pra minha casa a pé e deixasse a moto ali na casa dela, que no dia seguinte teríamos uma conversa de gente grande. Eu não questionei, apenas concordei com um leve aceno e fui pra minha casa, bebi mais, chorei mais, bebi mais um pouco apenas para acalmar o choro. Me senti um bebê que tinha acabado de ser deixado pela mãe dentro de uma lata de lixo com fome. Não dormi, assim que o relógio mostrou que já era oito da manhã, sai em disparada para a casa dela. Quase derrubei a porta com todos os murros que dei, ela não abriu a porta, nem se quer ouvi um passo dentro da casa, não encontrei minha moto e a chave reserva estava ali embaixo do carpete de entrada como sempre, ela não estava em casa. Eu estava saindo da casa dela quando o telefone tocou, atendi e me deparei com a notícia mais tenebrosa de todos os tempos. Deixei a atendente falando sozinha e sai correndo para o carro dela, ela continuava deixando ele destrancado com as chaves embaixo do banco, sempre briguei com ela por causa daquele ato irresponsável de deixar as chaves da casa, carro, cofre, em lugares estúpidos. Quando cheguei no hospital, vi ela. Deitada ali naquela cama, imóvel, sem respirar direito, a minha doce menina. Fiquei ali sentado ao lado dela até o pai dela me obrigar a ir pra casa e tomar um banho pelo menos. Eu sabia, tinha perdido ela… Tinha perdido ela no momento em que ela tomou a decisão de subir em uma moto e ir na minha casa. Nos dias que seguiram, eu implorava para Deus não tirar ela de mim. Ela parou de respirar enquanto eu segurava a mão dela, implorando para Deus ter perdão, não por mim, mas por ela. Se passaram dias depois que ela se foi, e eu continuava ali na minha casa, recebendo as condolências de amigos, dos meus pais, dos pais dela, de todos. Mas eu não queria as condolências ou as tortas de chocolate, queria ela de volta. Queria poder levar ela pra jantar no sábado depois de assistir a um jogo de basquete na televisão, colocar ela pra dormir depois de uma briga por um motivo qualquer, dar noites e mais noites de prazer pra ela, pegar ela no colo no meio de todos na faculdade e deixar ela ficar vermelha, queria sentir o toque dela no meu rosto, um toque que me acalmava e acalentava. Apenas queria a presença dela ali comigo. Um mês depois da morte dela, e eu ainda não sabia o que fazer para voltar a ter uma rotina e uma vida, sendo que tiraram a minha alma e todos meus sonhos. Apenas ficava ouvindo a mensagem de voz dela que tinha na caixa postal do meu celular. Uma das várias, ficava ali ouvindo a voz dela e pensando como seria se ela estivesse ao meu lado. Seria maravilhoso e esplendido, ambíguo se necessário. Dia após dia eu morria mais um pouco, degustava o sabor da morte a cada amanhecer. Sempre ouvi falar que tem como morrer por amor, pois bem, em uma manhã de uma quinta-feira qualquer, a empregada chegou na minha casa e não encontrou uma alma na casa, apenas encontrou um homem deitado no sofá com o celular na orelha, ela me encontrou vivo, mas morto por dentro. Naquele instante eu implorei novamente, não para ser perdoado ou para Deus não levar minha namorada de mim, implorei para morrer.
- Carla Regina (via waywar-d)
23/08/14 · Reblog · 5092 Notes · (Via /source)
O que são algumas lágrimas pra quem já chorou oceanos? Não é nada demais, eu vou ficar bem como sempre fiquei. O desamor me derruba, mas eu sempre me reergo.
- Caio Augusto Leite (via garoto-sz)
23/08/14 · Reblog · 452 Notes · (Via /source)
Infelizmente, quando se tem 15 anos e alguém diz que te ama, você acredita.
- Taylor Swift.  (via garoto-sz)